Era uma vez um menino chamado Leonardo que era cientista e tinha inventado uma máquina do tempo. E quando foi experimentá-la, escreveu num ecrã, que a máquina tinha, “Quero ir para 2100”.Então arranjou um caro com reboque para transportar a sua máquina do tempo. Quando entrou em 2100, o mundo era esquisito e as pessoas voavam. Arranjou um amigo cientista que também tinha feito uma máquina do tempo e ele disse-lhe:
- Eu vou ajudar-te porque se não voares vão matar-te. Desculpa não me ter apresentado, eu sou o Rafael!
- Olá Rafael, eu chamo-me Leonardo.
E, então o Rafael ajudou-o e disse-lhe que agora era tudo feito nos computadores.
- Se tu perguntares a uma pessoa o significado de Natureza eles dizem que essa palavra não existe.
Mas um dia eles enervaram-se e destruíram tudo e plantaram plantas, flores, árvores, arbustos… e puseram lá a dizer “Isto chama-se Natureza”.
Rafael Alexandre Santos Quintino
Hoje fomos a uma fábrica que se chamava Sibelco, em Rio Maior. Emprestaram-nos capacetes e umas etiquetas a dizer "grupo um". Aprendemos que há uma máquina chamada draga que puxa por uma “palhinha” água, areia e uma espécie de barro dum lago e isto tudo vai por um tubo até à fábrica.
Na fábrica estão umas máquinas onde se limpa a areia. Havia uma máquina que fazia “bolachas” de barro (caulite) grandes. A areia é moída e depois de ser moída, alguma, é observada por um microscópio da fábrica. Também aprendi que a areia servia para fazer vidro, canecas, pasta de dentes, tinta, etc. Há umas pedrinhas pretas que também vêm juntamente com a areia que são ferro.
E no laboratório tirámos os capacetes que nos emprestaram e as etiquetas. E depois fomos brincar em montes de areia muito grandes.
Às oito e meia da manhã eu, a minha professora e a minha turma fomos numa visita de estudo a Sintra. Quando lá chegámos eu vi coisas lindas. Eu e a minha turma primeiro fomos para a Quinta da Regaleira e lanchámos. O meu lanche foram umas bolachas e leite.
As nossas professoras perguntaram se nós queríamos ir à casa de banho e nos dissemos que sim. A seguir um senhor que se chamava Ricardo levou-nos a ver estátuas lindas e antigas.
O senhor ia levar-nos à caça ao tesouro. Levou-nos a uma porta e nós tínhamos de dizer a palavra mágica que era “ Abre-te sésamo” e ela abriu-se e era um poço e nós fomos lá ao fundo e estava lá um túnel e nós passámos por lá.
O túnel era muito escuro mas a minha professora tinha uma lanterna. Quando fomos à caça ao tesouro eu encontrei uma peça. E depois fomos encontrar o tesouro e um menino da minha turma encontrou-o. E depois fomos almoçar. A seguir fomos a um palácio e vimos coisas lindas, lindas e grandes. Eu vi um quarto que era uma prisão. Já lá esteve nove anos fechado um senhor que se chamava D. Afonso, mas davam-lhe comida. Mas não podia sair de lá. Até meteram grades na janela para ele não sair.
Eu gostei mais de ir ao palácio. E não gostei de ir à procura das peças.
Sofia
Em conversa com a minha mãe ela disse-me que o dinheiro não e tudo na vida mas que ajuda muito.
Eu gostava de ser rico, porque às vezes peço coisas à minha mãe e ela diz-me que não tem dinheiro e eu fico chateado.
Para tudo é preciso dinheiro e ele é bom de se gastar.
Eu ainda não tenho bem noção do valor do dinheiro porque há coisas que eu acho baratas e a minha mãe diz que é caro.
Ao início do mês recebo a minha mesada para carregar o meu cartão escolar.Com ela pago as senhas de almoço e fico com dinheiro suficiente para poder ir ao bar, mas tenho que o saber gerir. Se acabar o dinheiro antes do fim do mês fico de castigo não posso comprar nada no bar.
Houve um mês que eu gastei cinco euros em dois dias porque comprei muitas bolachas na máquina. A minha mãe ralhou comigo e como castigo ao outro mês só me deu o dinheiro para as senhas de almoço. Explicou-me que não podia ser assim, o dinheiro custa a ganhar e temos que o saber poupar.
Acho que aprendi a lição, pelo o menos até agora.
Leonardo
Era uma vez uma formiga que se chamava Mimi.
Era uma formiga muito trabalhadora. Todos os dias tinha de acordar bem cedo para arranjar comida, para limpar e para lavar roupa. Era uma vida muito complicada.
Houve um dia em que choveu muito e a Mimi ficou muito triste, porque a água lhe estragou a casa, transformando-a num monte de lama. Agora tinha de construir tudo de novo e a comida também se tinha estragado. Foi nesse momento que apareceram os seus amigos: a joaninha e a abelha que quiseram a ajudá-la.
Ela ficou tão contente com eles e começaram a arranjar tudo que se tinha estragado.
Que bom que foi, a formiga ter tão bons amigos.
Ana Helena Revés Ramalho
2º C
Era uma vez um hipopótamo chamado Rodrigo. Ele não era um hipopótamo qualquer. Ele não sabia nadar, porque tinha medo.
A mãe dele sempre o tentou pôr na água e ele não ia nem fazia um esforço.
Um dia o seu irmão André sem querer tropeçou numa pedra e deixou o Rodrigo cair na água. Mas Rodrigo abanou as pernas e os braços e conseguiu nadar e disse:
- Mãe já consigo nadar. E assim Rodrigo nunca mais teve medo de ir para a água e foram felizes para sempre. E o irmão do Rodrigo aprendeu a lição de nunca mais correr para a água por causa das pedras.
Adriana
O que foi o 25 de Abril de 1974
Antes do 25 de Abril de 1974, o nosso pais vivia mergulhado na tristeza e no medo. Durante mais de 40 anos quem governou Portugal até esse dia foi Salazar e Marcelo Caetano. Não havia democracia e ficavam sempre os mesmos a mandar. As pessoas não tinham liberdade. Havia a PIDE, uma policia muito má que prendia e torturava as pessoas. Com o 25 de Abril, mudou muita coisa no nosso pais: a ditadura acabou e começou a democracia .
O povo Português passou a ter liberdade. O povo saiu à rua e começou a comemorar.
Por este motivo, o 25 de Abril foi declarado “ Dia da liberdade” e é feriado nacional.
250g de batatas 150g de linguiça
100g de cenouras 80 de bacon
Meio de alho-francês 1kg de ervilhas
200g de febra sal e pimenta q.b.
Descasque as batatas e as cenouras, corte-as em pedaços. Corte o alho-francês da mesma forma e lave os legumes. Leve litro e meio de água ao lume e tempere-a de sal.
Quando começaram a ferver, junte-lhe a carne de porco, a linguiça o bacon e todos os legumes. Tape e deixe cozer durante 40 minutos.
Retire as carnes, corte-as em pedaços e reserve-as. Triture o caldo e por fim, adicione-lhe as carnes.
Tempere com o sal e a pimenta. Sirva.
Maria Inês Alves
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